![]() Até sempre Martha Lisboa, 14 de Janeiro de 2011 A Martha de la Cal, uma das mais conhecidas e respeitadas correspondentes estrangeiras em Portugal, faleceu no Hospital Francisco Xavier na sexta-feira depois de sofrer um acidente vascular cerebral na quinta-feira. Ia fazer 85 anos em Março e trabalhou até ao fim duma vida cheia e activa. Nas vésperas da sua morte estava a trabalhar num artigo pelo Irish Times sobre a crise económica em Portugal. Americana de nascimento, a Martha de la Cal chegou em Portugal com a sua familia no fim dos anos sessenta, depois de viver em Cuba e Espanha. Fez cobertura do fim do regime de Salazar-Caetano e a Revolução de Abril. Depois seguiu de perto o estabelecimento da democracia e todos os grandes acontecimentos e tendências politicas, sociais e culturais em Portugal até hoje. Colaborava principalmente para a revista norte americana Time, o jornal The Times de Londres e The Irish Times de Dublim entre outros. Respeitada como uma jornalista independente e destemida, foi uma dos fundadores da Associaçao de Imprensa Estrangeira em Portugal (AIEP) nos anos setenta. Os seus filhos e netos vivem em Portugal, nos Estados Unidos e em Espanha. Uma celebração da vida de Martha de la Cal vai tomar lugar na Igreja de Linda-a-Velha (traseiras do Pinto Doce) às 10h30 no domingo. O seu corpo segue depois para o cemitério de Carnaxide. A presidente da Associação de Imprensa Estrangeira de Portugal, Adriana Niemeyer, refere-se a Martha de la Cal como uma grande e solidária mulher, sempre muito a frente do tempo em que viveu, e que até o ultimo momento participou activamente da vida da sua familia, dos amigos, dos colegas e de Portugal. AIEP
A pintora Paula Rego recebeu no dia 08 de Setembro o Prémio Personalidade do Ano de 2009 da Associação da Imprensa Estrangeira em Portugal. A cerimónia teve lugar na Galeria de Arte do Casino Estoril e contou com a presença da Ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, que, juntamente com a presidente da AIEP, Adriana Niemeyer, entregou o galardão à artista. Participaram no evento o secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle, e o presidente da Câmara Municipal de Cascais, António Capucho, que a pintora referiu como “um homem apaixonado pela cultura” e a quem fez uma menção especial pelo seu papel na criação da Casa das Histórias, o museu de Cascais dedicado à obra da própria artista, que completa um ano de existência no dia 18 de Setembro. Congratulando o facto de o prémio ter sido atribuído a uma personalidade do mundo das artes, o que acontece pela sétima vez desde a sua criação, a ministra Gabriela Canavilhas teceu elogios à premiada agradecendo “o seu espírito desassombrado, verdadeiro e autêntico”, concluindo que “Paula Rego é uma figura mundial que leva o nome de Portugal e estamos todos agradecidos pela sua obra, que nos enche de orgulho”. Adriana Niemeyer referiu que “o que motivou a maioria dos correspondentes estrangeiros foi a emoção” que a obra de Paula Rego suscitou quando puderam visitar a Casa das Histórias, antes da sua inauguração. Mostrando-se “muito feliz” pelo reconhecimento dos 50 anos do seu trabalho pela Imprensa Estrangeira, Paula Rego aproveitou a ocasião para apelar a um maior investimento na cultura, sugerindo mesmo a criação de uma lotaria, em que “o dinheiro que se ganhasse reverteria para a cultura portuguesa, que bem precisa. A cultura é a alma de um país. Precisamos de mais alma e de mais dinheiro para a cultura”. Dirigindo-se ao presidente do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian, Emílio Rui Vilar, a pintora agradeceu o apoio que a instituição lhe tem prestado, destacando a sua importância no desenvolvimento da cultura em Portugal. Com 75 anos, Paula Rego recebeu em Junho o grau de Dama Oficial da Ordem do Império Britânico das mãos da rainha Isabel II e foi considerada um dos quatro melhores pintores vivos em Inglaterra. Radicada em Inglaterra, onde vive desde 1976, Paula Rego reconheceu que é a Portugal que vem buscar a inspiração para as suas obras: “As ideias para os quadros vêm de cá, das histórias tradicionais portuguesas”. A pintora é a 19º galardoada com o Prémio Personalidade do Ano da AIEP, criado em 1990 com o intuito de distinguir o português ou a entidade que melhor tenha divulgado, de forma positiva, o nome de Portugal no mundo. Repercussão do Prémio na Imprensa Nacional: Público: Paula Rego quer mais dinheiro para apoiar a cultura Diário de Notícias: Paula Rego recebeu Prémio Personalidade do Ano da AIEP Expresso: Paula Rego pede mais apoio financeiro para a cultura Correio da Manhã: Paula Rego ganha prémio no Estoril
A convite da Fundação Serralves e da Casa da Música, um grupo de jornalistas da Associação da Imprensa Estrangeira realizou uma viagem ao Porto para visitar a exposição "Anos 80, Uma Topologia". Para além disso, tiveram oportunidade de conhecer os cantos da Casa da Música e de assistir a um concerto da Orquesta Nacional do Porto. Fundação Calouste Gulbenkian A Fundação Calouste Gulbenkian foi eleita a "Personalidade do Ano", de 2006, pela Associação de Imprensa Estrangeira em Recorde-se que, a atribuição anual deste Prémio, visa distinguir o português ou a entidade que melhor tenha divulgado, de forma positiva, o nome de A AIEP homenageia, assim, a actividade da Fundação Calouste Gulbenkian em áreas Belén Rodrigo, Presidente da AIEP, justifica a escolha pelo "trabalho feito pela Fundação em diferentes áreas e que tem contribuído para o desenvolvimento do País em sectores muitas vezes negligenciados pelo Estado". A correspondente do jornal espanhol ABC, sublinhou, ainda, que "das actividades da Gulbenkian tiveram proveito não só os portugueses, mas também cidadãos do mundo todo. Reconhecemos assim a sua universalidade". Segundo Emílio Rui Vilar, presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, "esta distinção é uma grande honra. Representa um estímulo para continuar o renovado dinamismo da Fundação nas Artes, na Beneficência, na Ciência, na Educação e nos movimentos internacionais de filantropia". O Prémio Personalidade do Ano foi atribuído pela primeira vez, em 1990, ao músico Carlos Paredes e, desde então, já contemplou 16 personalidades de diferentes áreas, como a política, o espectáculo, a literatura ou o desporto. Para além, de José Manuel Durão Barroso, que já foi duas vezes galardoado, este prémio já distinguiu O "Prémio Personalidade do Ano" é atribuído por votação secreta dos cerca de cinquenta membros da AIEP, representando os mais importantes órgãos de informação mundial. Encontro com o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Luis Amado A AIEP reuniu-se na Sexta-Feira 2 de Março com Luis Amado, ministro dos Negócios Estrangeiros português. Foi um primeiro encontro de trabalho tendo em vista que
Ao comemorar os seus 50 anos, a Fundação Calouste Gulbenkian foi escolhida pelo membros da Associação da Imprensa Estrangeira em Portugal como Personalidade do Ano 2006. O prémio constitui um reconhecimento do que a entidade realizou em Portugal não apenas nos últimos doze meses, mas durante todo o período da sua existência, em que tem exercido um papel central no panorama cultural, artístico e educativo português. Segundo a presidenta da associação, Belén Rodrigo, correspondente em Portugal do jornal espanhol ABC, “estamos a reconhecer o trabalho feito pela fundação em diferentes áreas e que tem contribuído para o desenvolvimento do país em sectores muitas vezes negligenciados pelo Estado. Das actividades da Gulbenkian tiveram proveito não só os portugueses, mas também cidadãos do mundo todo. Reconhecemos assim a sua universalidade”. Ao comentar o prémio, o presidente da fundação, Emílio Rui Vilar afirmou: “Esta distinção é uma grande honra para a Fundação Gulbenkian no ano do seu cinquentenário. Representa também um estímulo e um incentivo para continuar o renovado dinamismo da fundação nas artes, na beneficência, na ciência, na educação e nos movimentos internacionais de filantropia.” O prémio personalidade do ano é escolhido anualmente pelos membros da associação, que reúne cerca de 50 jornalistas dos mais importantes meios de comunicação representados em Portugal. Anualmente, escolhem uma personalidade ou entidade que consideram que mais fez pelo nome de Portugal no exterior. Entre os galardoados em anos anteriores encontram-se Carlos Paredes, José Saramago, Luís Figo, Mariza, os capitães de Abril, Siza Vieira, Durão Barroso e António Guterres. O prémio deverá ser entregue no primeiro trimestre do próximo ano em cerimónia com data a anunciar. Mais informações: Belén Rodrigo tel: 916901245 |
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